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Amamentar: Como é produzido o leite materno?



Amamentação

Muitas vezes surgem dúvidas para as mamães de primeira viagem e até para as veteranas, e uma delas é qual a origem do Leite materno? Como podemos aumentar a produção? Ele é fraco? Todas essas dúvidas surgem por esse universo ainda ser desconhecido para muitas que não se informam ou por não ter tido a experiência de um dia ser mãe.
Decidi em um post explicar um pouco, fiz uma vasta busca e gostei desse texto do site mundo estranho da Revista da Abril. Leiam e entendam mais!

Como é produzido o leite materno?


O leite materno é produzido sob o comando de vários hormônios que começam a agir no corpo da mulher ainda antes de o bebê nascer. É durante a gravidez, por exemplo, que os seios vão sendo preparados para virar uma poderosa usina de um alimento especial. Em função dos hormônios estrógeno e progesterona - secretados pela placenta -, as mamas ficam maiores, mais sensíveis e têm seus vasos sanguíneos dilatados. Já a produção do leite propriamente dito só tem início após o parto, quando outros hormônios, como a prolactina e a ocitocina, entram em cena. Eles estimulam certas células dos seios a fabricarem o líquido precioso, num processo que a gente explica tintim por tintim no infográfico ao lado. "Esse processo lembra o de uma fábrica, que trabalha por demanda: quanto mais o bebê mama, mais leite a mãe produz", afirma o pediatra Marcus Renato de Carvalho, da Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação do Rio de Janeiro. O mais incrível é que essa fábrica pode funcionar até mesmo em uma mulher que só adotou uma criança, sem ficar grávida. Com o apoio de um profissional competente, a entrada em ação dos hormônios que estimulam a "descida do leite" pode ser condicionada. "O leite também é produzido na cabeça da mulher", diz Marcus Renato. Uma das técnicas que ajudam nesse condicionamento é a mãe adotiva colocar a criança para mamar seguidas vezes. É demorado, mas compensa, principalmente para o bebê. O rango materno é uma refeição nota 10, rica em gordura, sais minerais, vitaminas e substâncias essenciais que protegem contra doenças. Esse leite é tão completo que, nos primeiros meses de vida, o bebê não precisa ingerir mais nada - nem mesmo água!
Mergulhe nessa
Na livraria:
Pós-Parto e Amamentação — Dicas e Anotações - Marcus Renato de Carvalho e Vitória Pamplona, Ágora, 2001
Na internet:
www.aleitamento.com
Fast food naturalGlândula no cérebro comanda produção da "fábrica" localizada nos seios
1. As mamas da mulher começam a ser preparadas para a amamentação durante a gravidez, mas a produção do leite, em geral, só tem início após o parto. Quando a criança nasce, uma glândula chamada hipófise anterior — localizada na base inferior do cérebro — libera grandes quantidades do hormônio prolactina
2. A prolactina cai então na corrente sanguínea. Ela percorre o corpo todo, mas só age nos alvéolos mamários, que são células do interior dos seios que parecem pequenos cachos de uva. Essas células já nascem programadas para produzir leite assim que receberem um comando do organismo — no caso, o comando é a chegada da prolactina
3. O leite produzido nos alvéolos segue pelo interior do seio por uma rede de canais chamados ductos lactíferos. Eles terminam em pequenos reservatórios, os lóbulos, que ficam bem abaixo das aréolas dos seios. Cada mama tem entre 15 e 20 lóbulos
4. Dos lóbulos, o leite flui para a boca do bebê por pequenos "furos", os poros mamilares, espalhados ao redor do bico do seio da mãe. Cada seio possui de dez a 15 desses poros por onde o leite escorre
5. Só a sucção da criança não é suficiente para extrair todo o leite. Mas, após alguns minutos, o esforço do bebê em sugar o mamilo estimula terminações nervosas no seio que se ramificam até o cérebro. Essas terminações nervosas ativam outra região daquela mesma glândula hipófise do passo 1, a hipófise posterior
6. Desta vez, a tal glândula produz outro hormônio, a ocitocina, que também cai na corrente sanguínea e chega aos seios. A ocitocina provoca contrações nos músculos mamários que "espremem" os alvéolos e os lóbulos. Isso ajuda a empurrar o leite para o bico do seio, fazendo ele fluir em quantidade suficiente para alimentar a criança
Não é mentira, não!Três verdades sobre a amamentação que muita gente pensa que é mito
Stress e outros fatores emocionais prejudicam a produção do leite materno
Verdade. A glândula hipófise fica numa área do cérebro que também regula as emoções. Ou seja, se a mãe não estiver bem de cuca, ela pode inibir a liberação dos hormônios que acionam a produção do leite
Dar de mamar cansa
Verdade. É um esforço tremendo para o organismo produzir até 800 mililitros de leite por dia! Para se ter uma idéia, uma mulher amamentando gasta por dia cerca de 500 calorias a mais que uma mulher normal. Dá até uma suadeira!
A produção de leite à noite é maior
Verdade. A glândula hipófise produz mais prolactina à noite. Portanto, o aleitamento materno nesse período ajuda a manter uma boa produção de leite para ser consumido no dia seguinte

EM Entrevista o Dr. Drauzio Varella responde sobre:

LEITE FRACO E LEITE FORTE
Drauzio – Algumas mães dizem — ah, meu leite está aguado — e suspendem a amamentação ou completam as mamadas com mamadeiras. Existe leite materno fraco ou forte?
Keiko Teruya – Não existe leite fraco ou forte. Existe leite bom para a criança. Às vezes, as mães consideram seu leite fraco porque o comparam com o leite de vaca, que é mais denso e consistente o que, de certo modo, o torna impróprio para o ser humano. O bezerrinho, em um ano e meio ou dois, deverá ter-se transformado num animal adulto. O ser humano precisa de 16 a 18 anos para completar seu ciclo de desenvolvimento.
Por que as mães acham que seu leite é fraco? Porque, quando a criança toma mamadeira, parece que fica mais tempo sem fome e dorme mais. Isso acontece porque a digestibilidade do leite de vaca, cujas moléculas são maiores, é muito lenta e provoca uma sobrecarga nos rins. A criança se sente como o adulto que comeu uma feijoada: de estômago cheio e sonolenta, largada. As mães não costumam estabelecer essa relação e julgam que seu leite está fraco.
Além disso, ao contrário do leite de vaca, que é inerte, o leite humano é composto por células vivas que transferem para o bebê a imunidade materna aos agentes infecciosos.
Drauzio – Essa coisa viva a que você se refere são os glóbulos brancos?
Keiko Teruya – São os glóbulos brancos, os anticorpos que a mãe passa para o filho. Hoje, sabemos que além dos macrófagos e dos linfócitos T, entre outros, o leite materno possui imunomodeladores, substâncias que ativam a imunidade da criança. Por isso criança que mama na mãe dificilmente morre e, quando adoece, se restabelece mais depressa.
Leia mais http://drauziovarella.com.br/crianca-2/aleitamento-materno/

É isso mamães! Espero que às dúvidas estejam sanadas e quem sabe em um próximo post abordaremos mais sobre esse assunto.
Beijos e até lá.

Curiosidades - Feriado de 1º de Maio


                                                   



História do Dia do Trabalho

O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios. 
A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.

Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.

Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.

Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.





Manifestações e conflitos em Chicago (1886): origem da data


Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:

- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)

- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.


Fonte: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_do_trabalho.htm